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sábado, 25 de julho de 2009

Crepusculando


Desta linha para trás tudo se reveste de uma opacidade cinzenta.
Nada do que foi já importa. O tempo, esse grande reconstrutor, tratou de apagar o que perdeu o seu sentido, deixando em pinceladas coloridas e ecos de memória, o que importa guardar para que nos façamos de novo Humanos.
E é neste crepúsculo de mim que te invento num desejo que se torne real.
Para quando o desvanecer da neblina onde escondes o ser que te alberga?
Para quando a fusão de nós?
Anseio por esse amanhecer tanto quanto anseio por mim.

domingo, 22 de março de 2009

O Prazer do Vermelho



21K não tornam só o corpo mais leve mas principalmente libertam a alma ...
Um dos maiores prazeres que tem revolucionado os meus dias é a descoberta da cor!
O vermelho tornou-se o meu companheiro preferido .... é quente, forte, audaz e sensual!
Não sei se é ele que me conduz nesta descoberta de novos sentidos ou se sou eu que me vou descobrindo e o uso como modo de expressão ...
Diz a filosofia Oriental que o vermelho está relacionado ao elemento fogo, ao verão. É a cor do sangue e por isso também está relacionado à vida e à força e energia vital máxima.
É assim mesmo que me sinto: Renovada, vitalizada. Caminhando finalmente à descoberta da minha verdadeira essência.
Deve ser por isso que somos inseparáveis!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Presunção III



E no amor? Será tão linear assim?

Serão a cabeça e os desejos das mulheres tão diferentes das dos homens?

Não será esta racionalidade, um modo de intolerância salpicada com uns pozinhos de despeito, por vermos frustrados os nossos esforços e objectivos logo no preâmbulo?
Uma fuga àquilo que antevemos como um possível sofrimento futuro?

Presumindo, reage-se e cruza-se os braços.
Mantém-se intacto assim o orgulho e o individualismo.

Por outro lado é na luta que mais se aprende....
Mas para dançar a valsa são precisos dois.

Embora a postura feminina tenha mudado radicalmente nos últimos anos dum modo positivo quanto à sua verticalidade, não se deixando vergar mais pelos costumes patriarcais que dominaram as suas vidas,

não continuará a haver em nós essa gaveta secreta onde se alojam
os sonhos, as palavras e os gestos espontâneos?

Mantê-la fechada ou aberta será a difícil decisão.
O jogo entre a razão e o coração.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Presunção - Parte II ou 2 perolas de "sabedoria"




Em 2008 adoptei uma nova medida: Em caso de dúvida pergunta-se!

Em 2009 percebi que para aquelas coisas que, apesar de termos feito tudo para entender nos permanecem obscuras, para essas não vale o tempo precioso que desperdiçamos a pensar nelas!

Básico não é?! Também me pareceu.
Mas na realidade só agora é que me caiu a "ficha" e seja maturidade, cansaço ou simplesmente característica da escorpiana que existe em mim, estas são medidas definitivas.

E se tentar não presumir é difícil, a verdade é que, onde não existe frontalidade existirá sempre esta tentação a entrar-nos pela mente adentro.

Na história do parecer e do ser existe aquela fronteira que apenas em nós próprios podemos distinguir. E distinguindo-as então podemos dar-nos ao luxo de as abrir acompanhando o movimento global.

Nos outros, esta distinção é mais difícil quando essa frontalidade ou honestidade são fundamentos que simplesmente não fazem parte da personalidade, e aí só nos resta ficar pelo que nos mostram, pelo que nos dão continuamente.

Não é o que pensam? Não é o que sentem? Temos pena mas bolinhas de cristal ainda não fazem parte dos nossos múltiplos talentos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Presunção



do Lat. praesumptiones. f.,

- Acto ou efeito de presumir.

Que somos capazes de montar pequenos "ikeas" seja lá qual for o seu género, tipo a maquineta que eu tão orgulhosamente fotografei e publiquei, sem lançar pequenos "impropérios"... Questão ultrapassada, que eu sou tão boa com as ferramentas como em tudo o resto a que me proponha. Inclusive a dar-lhe uso.


- Conjectura; suposição; vaidade, afectação; Jur., consequência que a lei deduz de determinados actos ou factos conhecidos para estabelecer como verdadeiros factos desconhecidos.

Quando o fazemos em relação aos outros, ao que dizem, ao que escrevem, ao que observamos apenas superficialmente construindo desde logo a "nossa" imagem do que são e dos motivos que os levam a .... pequenos filmes que na maior parte das vezes apenas projectam as nossas próprias inseguranças, medos, desejos....
Outras vezes revelam apenas as nossas vaidades intelectuais, as nossas certezas. Não que estas não possam e devam existir, são o fruto das nossas reflexões e aprendizagens, mas deverão ter sempre uma porta aberta a outras ideias, a outras razões por nós desconhecidas.
Querer parecer está intrinsecamente ligado ao se querer ser integrado no que é já instituído, não existindo neste facto, a meu ver, uma fragilidade condenável mas apenas o facto mais que provado da absoluta necessidade de nos conhecermos, para podermos ser apenas...
Sair do Ego para o Self não é tarefa fácil ... mas é possível e recompensador.

Nota: Esta divagação é uma salganhada entre as reflexões da minha vida pessoal, do que li acerca noutro blog e do tema recorrente das últimas conversas entre amigos .... a continuar! :)


terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ajuda-te... e o céu te ajudará.

Cada Homem é um mundo vasto e inimaginavelmente rico. Complexo, porque imperfeito, desconhece a imensidão de talentos, de capacidades e de emoções que o constitui.
Porque nos falta muitas vezes a coragem, o tempo ou simplesmente o hábito de nos perscrutarmos, despidos de medos, de inseguranças, de complexos que nos toldam a visão e nos fazem vergar, esconder a cabeça na areia e seguir ... cegos atrás da cegueira comum.
Todos procuramos a felicidade. Essa que desconhecemos, que apenas encontramos em alguns breves e fugazes momentos, mas que sabemos, não ser "aquela" que realmente queremos encontrar.
Dependendo dos valores que a cada um nos constitui, essa felicidade pode ganhar muitas formas: poder, sucesso profissional, família, conhecimento...
Mas mesmo conquistando todas estas coisas ficará sempre a faltar qualquer coisa ... Existirá sempre um vazio a mordiscar-nos essa suposta felicidade já encontrada, porque o único elo comum nesta diversidade de gente onde nos englobamos, é a procura do Amor.
Todos procuramos o amor. Mesmo os que já nele não crêem, os que duvidam da sua existência e os que desistiram de o encontrar ... lhe sentem a falta.
Porque o Amor é para alma o que oxigénio é para o corpo: imprescindível para viver.
É ele ou a falta dele que molda o nosso mundo interior.
Mas é o entendimento do seu verdadeiro significado e poder que nos falta.
Esquecidos de que o Amor tem tantas nuances e formas de se manifestar quanto os graus de desenvolvimento da alma, nem damos conta que misturamos a este sentimento nobre e excelso, outros que lhe distorcem o valor: o egoísmo e o orgulho que nos empedirnam dentro de nós próprios quando o que mais desejamos é expandir-nos, compartilhar.
Nada somos sozinhos. É na luta diária da convivência a que socialmente somos "obrigados" a participar que vamos crescendo, contribuindo para o progresso da sociedade e de nós próprios.
Escrevo este post depois de ter enterrado a cabeça na areia, e por não ter sabido alongar o meu olhar a outras vastidões não consegui discenir em tempo oportuno que a causa da "quebra" era a minha incapacidade de não misturar as minhas próprias fragilidades, a um sentimento que por si só deveria ser sempre uma coisa boa.
Nunca o titulo deste post me fez tanto sentido como agora. Procuramos o Amor e a felicidade nos "outros" quando na verdade eles têm de existir primeiro em nós, e se não nos ajudamos a descobri-los e a vivência-los, nem Deus nos poderá valer!

sábado, 3 de janeiro de 2009

51 horas depois.......


Ora deixa cá ver:

- Um cabelo renovado, colorido ... e uma tremenda alergia por todo o bocadinho de pele que tocou na m***a da tinta. Calhando terei de arranjar uma cara nova para que o cabelo "fashion" tenha onde assentar!

- Um amargo de boca surgido sabe-se lá de onde nem porquê, entre duas amigas de longo tempo, que o espaço e o tempo separa sem a oportunidade do adoçante do entendimento.
Aqui fica apenas o vazio da estupefação que me enche a mente e o coração.
Na mala que parte ... não faço ideia.

Sim! Parece-me realmente que isto começa bem. Vislumbro que 2009 será um grande ano.....

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Vale a pena


lutar aguardando. Acreditando.
Tal como o Universo infinitamente belo na sua diversidade de um milhar de sois, também assim somos nós.
Expande-se. Renova-se. Enriquece-se na magnitude que o criou e de que se reveste. Assim somos nós.
Construindo o nosso próprio destino. Construimos a felicidade através dos acertos e dos erros das nossas escolhas.
Vale a pena mudar de caminho quando o que seguimos já não é o nosso. Quando é já apenas uma memória do que foi importante lá atrás.
Quem sabe se a nova rota não nos levará a novos lugares, novas emoções que nos completam e nos dilatam para além do que julgaríamos possível?
Aguardar-te-ei.

Diz que é de novo Natal.....




e já não encontro esse encanto de outrora.
O encanto das luzes da cidade que se misturam às névoas das castanhas assadas, e do frio que me aquecia por dentro, da magia que se sentia no ar ...
Tenho saudades desse encanto que desapareceu talvez só em mim.
Em Dezembro nunca me moveram os presentes, as corridas frenéticas em busca das últimas lembranças, nem o bacalhau e afins.
Movia-me tão somente o que ele significa, essa marca maior que o reveste: a existência de um Amor absoluto, grandioso, fraterno que nesta altura se infiltra mais fundo em nós, relembrando o que provavelmente esquecemos nos restantes 11 meses do ano: que a vida tem um significado concreto, que correr demais nos afasta os olhos do essencial, que o tempo passa depressa demais para a pouca importância que lhe damos.
Não sei se na procura de um equilíbrio entre a razão e a emoção me tornei opaca demais, "crescida" demais...
Sei que gosto do que essa ternura simples do mês de Dezembro me fazia sentir. Dessa genuína felicidade de construir eu própria as lembranças embrulhadas em ráfia colorida, do brilho da minha alma e dos olhos dos outros.
Sei que há coisas que não se devem perder e a humanidade e a alegria são duas delas.




segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fortes como Aço



"A ductilidade é a propriedade física dos materiais de suportar a deformação plástica, sob a acção de cargas, sem se romper ou fracturar". Esta é uma propriedade do aço.


E se a transpuséssemos para a realidade humana? Não será umas das propriedades que a vida, que criámos para nós próprios, nos obriga também a ganhar?


O ritmo e os valores que regem a vida em sociedade, nestes últimos séculos de “fast progress” , obrigam-nos a “ductilidar-nos” ao sabor dos desmandos de quem pode, mesmos que esses sejam os seres mais energúmenos e incapazes, que tiveram a sorte ou a esperteza de viscosamente subir a escadinha do poder, e a que nós, os que se recusam a caminhar sobre terrenos que não sejam constituídos pelo adubo do esforço, do mérito e da competência, temos que infelizmente de aturar e muitas vezes nos sujeitar.

Saber viver hoje em dia é uma tarefa para lá de difícil. Manter os valores humanos que penosamente vamos construindo ao longo do tempo, a nossas expensas, sem nos deixarmos conspurcar pelas visões estreitas de quem nos rodeia, obriga-nos a adquirir essa capacidade dúctil, que se por um lado nos torna mais fortes e seguros, não deixa de nos marcar de um cansaço que só se desvanece no calor dos afectos, base de sustentação de todo o ser humano.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Procura-se um amigo

"Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive "
Vinicius de Moraes

Procura-se um amor que nasça e se cimente deste ponto. Que cresça, se embeleze e se funda na emoção crescente do toque, do cheiro e da vibração que nos marcará de uma forma indelével.
Procura-se quem nos faça desenterrar na própria alma o que melhor existe em nós.
Ter-te-ei encontrado?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

E num instante



... ei-lo que chega. Mais um. Cada vez mais perto do "point with no return"...

Não que o tempo assuste, nem o que com ele vem. Mas é impossível não se fazer um balanço, uma retrospectiva dos anos que vão ficando para trás, do que se planeou, do que se sonhou e do que se alcançou.
Dar-mo-nos conta do lugar exacto onde nos encontramos para voltar a traçar novos caminhos. Novas metas. Mudar estratégias. Mudar posturas. Mudar olhares. Reinventarmo-nos.
Para que o rumo não se perca nem as pontes se acabem.

sábado, 15 de novembro de 2008

Desci à terra

… e decidi tirar-te do pensamento. E dos meus sonhos. E das minhas palavras.
Porque os pormenores importam e fazem toda a diferença.
Porque eu sou um mundo completo por descobrir, um caminho cheio de pequenas coisas que se tornam grandes e que percorro embalada nesse encantamento de quem se detém em cada detalhe.
Mas os teus passos não me seguem. Seguiram outro rumo que perdi entretanto na voragem dos dias.
O meu segue adiante e talvez um dia se cruzem de novo. Se toquem de uma forma em que as marcas que ficam sejam mais fortes. Mais visíveis. Talvez nesse dia o teu olhar se detenha e o descubra.
Eis algo que ninguém te pode ensinar a fazer... Olhar com os olhos de outrem.
Sorrio ainda, mas com a pena de quem percebe que do tanto que existe em cada um de nós, pouco se partilhará. O pouco que nos tornará certamente mais pobres, perdida a oportunidade de alimentar o único factor que enriquece o ser humano: a partilha atenta e contínua.
Retiro-te do meu pensamento. Dos meus sonhos. Das minhas palavras.
Mas guardo-te na memória e no coração por me teres levado a percorrer um caminho diferente dentro de mim, a esta descoberta que é um contínuo prazer e que me renova a esperança de um futuro mais plural.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Bonds - Os Laços que nos ligam


Hoje numa reunião de amigos falava-se de Família – na parentela consanguínea e nas outras que se estabelecem entre pessoas cuja afinidade é tão grande que nos ligam uns aos outros fazendo-nos sentir dentro de uma outra família, tão ou por vezes mais forte que a consanguínea, os amigos de uma vida inteira e os para a vida inteira dependendo da altura em que os caminhos se cruzaram.
São laços que se criam, laços de afecto profundo que nos preenchem e enchem a alma, que nos reconfortam, que nos fazem crescer a partir das mil trocas que se estabelecem entre diferentes personalidades e experiências que só nos enriquecem e nos fazem sentir menos sós.
Que nos fazem felizes.
E isto fez-me pensar na dificuldade que muitos de nós sentimos, em manifestar esse afecto de uma forma ostensiva, através de simples palavras – gosto de ti; de simples gestos – um abraço, um afago, um beijo espontâneo; Só porque sim …
Amamos muitas vezes de uma forma defensiva sem disso nos apercebermos, com medo de nos expormos demasiado, pela falta do hábito que fomos perdendo ao longo da vida.
Lembrei-me de como é bom quando recebemos esses aconchegos, de como (mesmo que não o demonstremos) eles quebram essa capinha civilizacional que vestimos um dia sem nos darmos conta e de como isso nos afasta do Humano que nos constitui fazendo-nos seres únicos.
Que medo é este que nos afasta do que é bom e nos torna realmente felizes? Que “razão” é esta que tomou conta do nosso coração e não nos deixa brilhar em todo nosso esplendor? Qual é o nosso sentido de liberdade quando não aceitamos as nossas próprias particularidades? Que vergonha é esta que nos torna cinzentos?
Falo no plural porque certamente não serei a única … mas EU decidi há muito despir a minha capinha, devagar, seguindo o meu próprio ritmo interior e tenho descoberto sensações magníficas que me despertam outros sentidos e me ampliam, senão aos olhos dos outros, aos meus próprios e esta é a verdadeira sensação de Liberdade - do Lat. Libertate s.f., faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa; gozo dos direitos do homem livre; independência; autonomia; permissão; ousadia.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Mind Reader


Seria tudo tão mais fácil se pudéssemos comunicar pelo pensamento.
É que assim tudo seria às claras, mente-a-mente sem qualquer pudor, sem hipocrisias, sem coisas escondidas. Acabaria o jogo do gato-rato e pouparíamos um tempo imenso aos “psicólogos” – com bata ou sem ela – e desgastaríamos menos a “máquina” que nos alberga.
Por outro lado, o não ser possível, obriga-nos a procurar encontrar o nosso próprio equilíbrio, a segurança interna de quem sabe perfeitamente quem é e o que deseja.
Mas encontrar essa paz de consciência constante é do caraças!