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domingo, 11 de outubro de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Em contagem decrescente....


Faltam 4 dias para o exame da 1ª fase .... Código .... coisas e mais coisas para saber e esquecer-me logo depois!!!
Isto vai .... pena ser às 8.30 da manhã!!! Quem é que lhes disse que pela fresca é que era bom??!!! É que o meu cérebro nao se dá muito bem com as manhãs ...
A ver... a ver!!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Primavera e o Desejo



A Primavera é uma golfada de oxigénio no corpo e na alma.
Na primavera todos os nossos sentidos acordam para o exterior.
Os cheiros, o toque, o olhar sobre os outros, tudo emana um calor diferente que faz pulsar o sangue nas veias e as emoções no coração.
A mente dispara em direcção ao possível reaprendendo a sonhar.
E o desejo impulsiona-nos à concretização.
Não é à toa que o ano para mim começa quando o sol se começa a sentir.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Lisboa by heart



Quando diferentes olhares se cruzam em tempos distintos num mesmo ponto é no mínimo ... interessante...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Presunção



do Lat. praesumptiones. f.,

- Acto ou efeito de presumir.

Que somos capazes de montar pequenos "ikeas" seja lá qual for o seu género, tipo a maquineta que eu tão orgulhosamente fotografei e publiquei, sem lançar pequenos "impropérios"... Questão ultrapassada, que eu sou tão boa com as ferramentas como em tudo o resto a que me proponha. Inclusive a dar-lhe uso.


- Conjectura; suposição; vaidade, afectação; Jur., consequência que a lei deduz de determinados actos ou factos conhecidos para estabelecer como verdadeiros factos desconhecidos.

Quando o fazemos em relação aos outros, ao que dizem, ao que escrevem, ao que observamos apenas superficialmente construindo desde logo a "nossa" imagem do que são e dos motivos que os levam a .... pequenos filmes que na maior parte das vezes apenas projectam as nossas próprias inseguranças, medos, desejos....
Outras vezes revelam apenas as nossas vaidades intelectuais, as nossas certezas. Não que estas não possam e devam existir, são o fruto das nossas reflexões e aprendizagens, mas deverão ter sempre uma porta aberta a outras ideias, a outras razões por nós desconhecidas.
Querer parecer está intrinsecamente ligado ao se querer ser integrado no que é já instituído, não existindo neste facto, a meu ver, uma fragilidade condenável mas apenas o facto mais que provado da absoluta necessidade de nos conhecermos, para podermos ser apenas...
Sair do Ego para o Self não é tarefa fácil ... mas é possível e recompensador.

Nota: Esta divagação é uma salganhada entre as reflexões da minha vida pessoal, do que li acerca noutro blog e do tema recorrente das últimas conversas entre amigos .... a continuar! :)


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Bxiiiiinhaa Liiiinda




É chatinha, complicada, meiguinha, sociável, eléctrica nas horas mais impróprias e pela-se por ronrons.... de preferência sempre ao colo! o meu!

Odeia que a fotografem e não se deixa enganar .... até agora! :)

É a "minha mai nova" que a outra já se foi...

Dizem que os gatos acabam por "ganhar" a personalidade dos seus donos ... calhando é por isso que nos adoramos e outros que amuamos ... tipo espelho.

Beatriz - do (latim) Aquela que faz os outros felizes.

E não é que é mesmo??!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tudo o que consigo dizer hoje é que .....



Congelou-se-me os neurónios!

Serie.... quê?!


Numa entrevista sobre corrupção, no sistema politico, em Portugal feita a um investigador do ISCTE e publicada aqui, diz entre outras coisas, que os "Partidos não exigem seriedade aos membros"; que os "magistrados são "pouco assertivos" nos casos de corrupção de figuras públicas ou "altos empresários" e ainda que a "atitude dos portugueses em relação ao conceito de bem público também está na base do problema o bem público é, vezes sem conta, interpretado como um património sem dono e não como um património colectivo".

A frase "Povo de brandos costumes" ou "país dos Chicos espertos" não quer dizer isto mesmo?!
Pois concerteza! Não se pode exigir que de um momento para o outro se acabe com as nossas tradições ancestrais caramba!
Num país cujo o seu PM apenas em Janeiro de 2009 assume que "ai afinal parece que essa coisa da recessão e da crise ( que por acaso assolou o mundo inteiro há bastante tempo) vai afectar a nossa economia" (não sei de quem fala porque a minha há muito que se ressente!), mostra bem onde estamos metidos.

O que chateia nisto tudo é que o povo é igual! Que é caso para dizer
- Este é o povo que temos e por isso não podemos lá por ninguém diferente, com 3 palmos de testa.

Num país de chorões onde o lamento da falta de dinheiro é constante, e onde o desemprego sobe em flecha, mas onde isso não é razão suficiente para deixar de se correr desenfreadamente aos saldos, "ai isso é que não pode ser!" .....

Que mais se poderá dizer ... que temos pena, que gostamos do sol e do mar mas que pouco mais.
O que me parece também, para ser justa, é que não é só aqui Caro Sr., é em todo o lado!
E talvez isso seja o que contribui para esta situação de relaxamento politico e civil - saber que existe quem esteja pior!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Diz que é de novo Natal.....




e já não encontro esse encanto de outrora.
O encanto das luzes da cidade que se misturam às névoas das castanhas assadas, e do frio que me aquecia por dentro, da magia que se sentia no ar ...
Tenho saudades desse encanto que desapareceu talvez só em mim.
Em Dezembro nunca me moveram os presentes, as corridas frenéticas em busca das últimas lembranças, nem o bacalhau e afins.
Movia-me tão somente o que ele significa, essa marca maior que o reveste: a existência de um Amor absoluto, grandioso, fraterno que nesta altura se infiltra mais fundo em nós, relembrando o que provavelmente esquecemos nos restantes 11 meses do ano: que a vida tem um significado concreto, que correr demais nos afasta os olhos do essencial, que o tempo passa depressa demais para a pouca importância que lhe damos.
Não sei se na procura de um equilíbrio entre a razão e a emoção me tornei opaca demais, "crescida" demais...
Sei que gosto do que essa ternura simples do mês de Dezembro me fazia sentir. Dessa genuína felicidade de construir eu própria as lembranças embrulhadas em ráfia colorida, do brilho da minha alma e dos olhos dos outros.
Sei que há coisas que não se devem perder e a humanidade e a alegria são duas delas.




terça-feira, 16 de dezembro de 2008


De tudo, ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.

Vinícius de Moraes